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Dicas para Escolher o Melhor Bairro para Morar

A pergunta “qual é o melhor bairro para morar?” não é simples de responder. Mas deve ser considerada antes de investir seu dinheiro na compra ou no aluguel de um imóvel.

Além de garantir facilidades como acesso fácil ao transporte público, hospitais, a supermercados e ao comércio local em geral, você deve avaliar fatores como segurança e índices de violência na localização.

Para ajudá-lo a saber quais os itens que precisam ser observados sobre a região ou bairro do imóvel que você deseja comprar/alugar antes de fechar o negócio, confira estas dicas!

Avalie a infraestrutura que a região oferece

Focar nas características do imóvel é importante, mas é preciso lembrar de avaliar a infraestrutura ao redor dele. A proximidade com farmácias, supermercados, hospitais, escolas, áreas de lazer, trazem praticidade para a rotina, garantem a qualidade de vida e oferecem a possibilidade de resolver as pendências do dia a dia sem a necessidade de muito deslocamento. Essas facilidades ainda valorizam o imóvel para venda.

Além disso, itens como asfalto das ruas, semáforos, rede de esgoto, fornecimento de água, proximidade com barragens de minério, áreas de alagamento, podem comprometer a sua qualidade de vida e afetar a também a valorização do imóvel.

Verifique o trânsito e o acesso ao transporte público

Geralmente, os pontos mais críticos das cidades são o trânsito, a locomoção e o acesso ao transporte público. Então, uma dica valiosa é avaliar as condições de trânsito da região e o acesso ao transporte.

Além disso, considerar a proximidade com locais que fazem parte da sua rotina e do dia a dia da família é fundamental. Afinal, quanto mais perto do trabalho, da escola, dos amigos e familiares, melhor!

Faça visitas em diferentes condições, dias e horários

Vale a pena visitar o lugar várias vezes em dias e horários diferentes pois as condições podem mudar completamente. Algumas regiões são boêmias e possuem uma vida noturna agitada, por exemplo. Além disso, o trânsito e o movimento das ruas podem mudar durante as horas do dia.

Pesquise sobre a segurança da região

Dentre os prós e contras que cada região apresenta, a segurança é sempre um ponto frágil. Alguns lugares são mais inseguros de acordo com condições e características específicas, por isso, é importante fazer esta pesquisa.

Verifique despesas com IPTU e taxas urbanas

Outra informação que vale uma pesquisa são os valores de IPTU e das taxas urbanas, para não ser pego de surpresa futuramente, afinal, estes itens devem entrar nas despesas fixas.

Faça essa pergunta a um profissional  

A ajuda de um especialista é sempre é válida, já que ele lida com o mercado imobiliário diariamente e sabe quais as regiões podem ser valorizadas, quais estão sendo ampliadas, renovadas ou deterioradas, além de poder esclarecer todas as suas dúvidas e facilitar todo o processo! Um profissional do setor imobiliário, melhor do que ninguém, poderá ajudá-lo em relação a todos os itens que listamos acima!

A verdade é que o melhor bairro para morar é aquele que atende suas necessidades, garantindo a sua qualidade de vida, segurança e momentos prazerosos, de descanso e de lazer.

Conte com a Vínculo para encontrar o imóvel dos seus sonhos no bairro ideal para você!

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4 Dicas para Sair do Aluguel e Comprar seu Imóvel

O caminho para sair do aluguel e adquirir a tão sonhada casa própria pode ser longo ou não. É claro que o valor da renda mensal influencia e muito! Mas mesmo quem tem uma boa renda pode se enrolar no percurso se não houver planejamento e organização!

O planejamento e organização são essenciais, além de foco e força de vontade! Se você quer dar os primeiros passos rumo à casa própria e se ver livre do aluguel, confira estas 4 dicas para ajuda-lo a realizar seus objetivos:

 

1.      Faça um controle de gastos

Comece a controlar seus gastos de modo que conheça a sua renda e suas despesas. Fazer uma lista, por mais simples que pareça, ajudará na organização e a visualizar o que é essencial e o que pode ser “cortado”. Isso o ajudará a juntar dinheiro e ter uma reserva.

 

2.      Economize e reduza custos

O controle de gastos o ajudará, principalmente, a visualizar quais custos podem ser reduzidos ou cortados, sem fazer falta. Você irá descobrir que é mais fácil do que parece e, antes de comprar qualquer coisa, vai pensar duas vezes!

 

3.      Pesquise as formas de financiamento imobiliário

A aquisição de um imóvel exige que você conheça um pouco como funciona o mercado e o financiamento imobiliário. Existem várias opções de financiamento e algumas formas de negociar. Listamos as mais comuns a seguir:

  • Diretamente com a construtora;
  • Com o proprietário do imóvel;
  • Buscando financiamento com as instituições financeiras;
  • Por meio de uma imobiliária.

 

Vale saber que existem recursos para ajudar a reduzir o montante do financiamento, como a utilização do FGTS para conseguir dar uma entrada maior e diminuir o valor das prestações.

 

4.      Mantenha as contas em dia

Todas as dicas anteriores se resumem a essa: manter seus pagamentos em dia. Sabemos que fazer os pagamentos do aluguel e do início do financiamento é pesado, por isso, a organização para que tenha recursos para pagar estas duas dívidas é a chave do seu planejamento.

 

Agora que você já sabe que ter controle sobre suas dívidas e obrigações é primordial, saiba que a Vínculo está preparada para auxiliá-lo a tirar o sonho do papel. Venha encontrar sua tão sonhada casa própria conosco!

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eBook GRÁTIS: Planejamento Financeiro para Comprar um Imóvel

Pensando em comprar um imóvel?

A compra do apartamento ou da casa própria é uma conquista importante na vida de qualquer pessoa. Mas o caminho que se deve trilhar para realizar esse sonho não é simples: requer organização e planejamento financeiro.

Ao entender a importância de um planejamento financeiro pessoal e aprender como colocá-lo em prática, você será capaz de gerenciar as finanças sem ter que fazer mudanças radicais que prejudiquem o seu bem-estar e o de sua família.

Neste eBook, você aprenderá como melhorar a sua relação com o dinheiro e como organizar, de uma vez por todas, sua vida financeira! Boa leitura!

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Aluguel: Quais os custos reais para o locador e para o locatário?

Geralmente, os custos das transações imobiliárias de compra e venda já são conhecidos e esperados, mas o mesmo não acontece com a locação. Por isso, se você tem um imóvel para alugar ou pretende alugar um imóvel, é recomendável estar informado a respeito destes custos para não ser pego de surpresa e poder incluí-los no seu planejamento.

A seguir, confira quais os custos reais do aluguel para o locador e para o locatário.

Quais os custos do aluguel para o locatário?

Além dos valores do aluguel, condomínio e IPTU, existem outras despesas que devem ser consideradas antes de fechar negócio:

Seguro e Garantias Locatícias

Para assegurar o pagamento do aluguel e a conservação do imóvel, todo Contrato de Locação conta com um seguro e outras garantias locatícias, como fiador ou seguro fiança. Outras opções são a caução em bens, que tem o custo do registro, caução em dinheiro ou caução em título de capitalização. O pagamento do seguro incêndio é obrigatório, como garantia para cobrir possíveis danos causados pelo fogo e auxiliar nas medidas preventivas contra incêndios.

Conservação do Imóvel

O Contrato de Locação exige que o imóvel seja devolvido nas mesmas condições de conservação definidas no documento. É necessário considerar que o uso diário causa pequenos danos que devem ser reparados antes que se agravem. Por isso, esse custo de manutenção, conservação e pequenos reparos deve fazer parte do orçamento mensal.

Registro Imobiliário

O Registro Imobiliário é normalmente realizado para compra e venda, mas pode ser feito para locação, como medida de segurança, para resguardar os direitos e ter uma proteção legal, tanto para locador quanto para locatário. O valor do registro é baseado no valor total do contrato (custo do aluguel vezes o prazo total) e as taxas e emolumentos variam de acordo com o estado, com o tipo de imóvel e o valor do contrato.

Quais os custos do aluguel para o locador?

O locador também precisa considerar alguns custos. Confira quais são eles:

Imposto de renda

Os ganhos com o aluguel são tributáveis e devem ser declarados no IR. Quando este valor é superior ao teto do IR, o recolhimento do imposto deve ser mensal.

Reparos e manutenção do imóvel

Enquanto o locatário é responsável pela manutenção e pelos reparos causados pelo uso (e mau uso), o proprietário deve cuidar das questões estruturais ou causadas pelo tempo, como fazer a manutenção da rede elétrica e hidráulica.

Honorário da imobiliária

O proprietário paga um valor à imobiliária ou ao corretor, que fica responsável pela administração do imóvel e do contrato, por toda a parte burocrática e realiza a cobrança do aluguel.

Ao definir o valor do aluguel do imóvel, o locador deve descontar o honorário da imobiliária e o imposto de renda. Assim, já sabe exatamente o valor que receberá pela locação. Além disso, uma boa dica é guardar mensalmente uma porcentagem do valor para pagar as manutenções.

Como se planejar para os custos da transação imobiliária?

Sabendo quais os custos relacionados à locação de um imóvel você consegue se planejar melhor para isso, prever todos os custos e tem mais segurança para fechar negócio, não é mesmo? Conseguir fazer um planejamento financeiro detalhado minimiza os riscos de não conseguir arcar com os seus deveres, seja como locador ou locatário.

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Qual o Melhor Financiamento Imobiliário: Tabela SAC ou Price?

Antes de assumir um financiamento imobiliário, é importante conhecer os sistemas mais adotados pelas financeiras, afinal, é uma decisão de vai acompanhá-lo por um bom tempo… Confira as principais características e diferenças sobre estes dois mecanismos do financiamento imobiliário: as tabelas SAC e Price.

Tabela SAC

SAC é Sistema de Amortização Constante. Mas você sabe o que é amortização?

Amortizar significa pagar em prestações, pagar parcelado, abatendo parte de uma dívida ou de um empréstimo. E, para isso, é necessário fazer cálculos incluindo taxas, juros e outros tipos de despesas.

O financiamento é um empréstimo de uma instituição financeira e, para seu pagamento, é feita uma divisão do valor em um número de parcelas que deverão ser pagas mensalmente. Isso é amortização!

O Sistema de Amortização Constante tem como principal característica a diminuição no valor das parcelas conforme elas vão sendo pagas.

Para calcular o financiamento pela tabela SAC, são contabilizados dois valores: o dos juros e o da amortização.

Juros: O valor total da dívida é multiplicado pelos juros. Por exemplo, se o financiamento está no começo, o cálculo seria R$ 500.000 x 1% = R$ 5000. Cada mês este valor será diferente em relação ao saldo devedor;

Amortização: O valor total é dividido pelo número de parcelas acordado. Por exemplo, o cálculo seria R$ 500.000 ÷ 360 = R$ 1.388. Este valor se manterá constante do início ao final da dívida;

Prestação: Juros + Amortização.

Neste sistema de financiamento, a cada parcela paga, os juros serão recalculados sobre o saldo devedor restante e, então, serão somados ao valor obtido no cálculo da amortização.

Tabela Price

O sistema Price também é uma ferramenta de amortização utilizada em financiamentos imobiliários, mas que tem como principais características o aumento progressivo da amortização e a diminuição dos juros, que se concentram nas prestações iniciais.

O cálculo é feito de forma que as prestações permaneçam iguais até o final da dívida, não há mudança no valor total, mas em sua composição: com diminuição dos juros e aumento da amortização.

Qual a melhor opção de financiamento?

As duas opções de financiamento devem ser analisadas de acordo com o perfil financeiro do devedor. O sistema SAC termina com prestações menores, mas as iniciais são maiores e pode ser complicado arcar com elas logo de início. O sistema Price, por outro lado, possibilita maior planejamento, já que as prestações são iguais do início ao fim, embora seu custo seja elevado.

O importante é traçar um bom planejamento financeiro para que consiga arcar com o financiamento, independente do sistema utilizado, porque a dívida pode ser longa!